Menino do auême deu do padêE pegou pra valerNos conformes do Exu
Tirou do eixo
Faz cair o queixoFez virar a noiteFez tentar a sorteFez OxumaréFez Logun-Edéum dois de paus.Fez OxumaréFez Logun-Edéum dois de paus.
Entre uma fungada de narizuma gota de sobriedademostrou o paranauê do amortão capaz de aprazerao mais refinadogosto de novidade.
Tentou o inéditono amor:lambuzou-se de muitorefestelou-sede querer todo dia.Mais que quisessenão podia.Era no chiado baixoe só.
Se arrebite bandeirante!Coloque consciêncianesses dois.Onde já se viucafé com leiteem pleno sexo XXI?
"Onde pode acolher-se um fraco humano, onde terá segura a curta vida, que não se arme, e se indigne o Céu sereno contra um bicho da terra tão pequeno?" [LUÍS DE CAMÕES.Os Lusíadas. Canto I]
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
REBULIÇO
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